1 pontos por GN⁺ 2024-04-12 | Ainda não há comentários. | Compartilhar no WhatsApp
  • A EPA estabeleceu pela primeira vez limites para PFAS na água potável, substâncias conhecidas como “químicos eternos”. Os detalhes são os seguintes.

    • Dois PFAS comuns (PFOA, PFOS) serão rigidamente limitados a 4 ppt (partes por trilhão)
    • Três outros tipos, incluindo GenEx Chemicals, serão limitados a 10 ppt
    • Fornecedores de água terão de testar esses compostos PFAS e informar o público se os níveis estiverem altos demais
    • Combinações de tipos de PFAS também deverão ser limitadas
    • Estima-se que 6% a 10% dos sistemas de abastecimento de água excedam os novos limites
  • Resposta dos fornecedores de água

    • Em geral, serão concedidos 3 anos para os testes
    • Se os resultados excederem os limites, haverá mais 2 anos para instalar sistemas de tratamento
    • Algum financiamento será disponibilizado, mas parece que será necessário mais recurso
    • Em algumas comunidades, os resultados dos testes foram surpreendentes. Em uma pequena cidade da Pensilvânia, foi detectado um nível elevado de PFOA de 235 ppt, levando ao fechamento de poços
    • Grupos do setor de abastecimento de água afirmam ter sérias objeções à regra da EPA, citando subestimação de custos e preocupação com aumento nas tarifas de água para os clientes
  • Tendências relacionadas ao PFAS

    • As diretrizes de saúde da EPA sobre PFAS mudaram bastante nos últimos anos e agora afirmam que não existe quantidade segura
    • Em Minnesota, a Amara's Law busca interromper usos inevitáveis de PFAS
    • Amara Strande morreu de um câncer raro causado pela contaminação por PFAS, e sua família segue atuando para restringir o uso dessas substâncias

Opinião do GN⁺

  • Como o PFAS não se decompõe no meio ambiente e faz mal à saúde, trata-se de uma substância que precisa ser regulada. No entanto, do ponto de vista dos fornecedores de água, é inevitável que o peso de um endurecimento regulatório repentino seja grande. Parece necessário haver apoio financeiro e técnico por parte do governo.
  • Junto com a pesquisa científica sobre PFAS, o desenvolvimento de materiais alternativos também parece urgente. Hoje, o PFAS é usado em diversas finalidades, como impermeabilização, repelência à água e prevenção de sujeira, o que dificulta sua substituição.
  • Como a questão do PFAS também vem ganhando destaque no país, parece necessário entender a situação atual e estabelecer critérios de gestão relacionados ao tema. É um momento que exige resposta preventiva.
  • Do ponto de vista do consumidor, também é preciso evitar a compra de produtos que contenham PFAS e acompanhar os esforços do governo e das empresas. Isso porque, além da água potável, o PFAS está amplamente presente no cotidiano, em itens domésticos, roupas, embalagens e muito mais.

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