Parece que usar o Lynx Explorer pré-compilado seria algo apenas para a etapa de desenvolvimento. Na prática, entendo que o processo de compilar o Lynx Explorer exige esforço.
Concordo demais mesmo...
É uma pena que isso tenha virado um jogo de usar bem uma linguagem específica e tecnologias específicas de acordo com a tendência, em vez de um jogo sobre o quanto você entende de verdade o essencial e sabe lidar bem com isso.
Ah, sim, isso mesmo. Se você passou a se interessar por prática deliberada, As 10 mil horas redescobertas, de Anders Ericsson, que é o autor original do conceito (?), também é excelente.
Foi isso que senti ao olhar para o conselho, e li o texto fazendo esse paralelo. Entendi que, quando criei a empresa no começo, o que eu estava fazendo até agora era uma governança em nível de conversa! Vou tentar estruturar isso bem.
Tenho uma dúvida que queria perguntar: no conselho, há uma pessoa que oferece opiniões objetivas, apoio e incentivo, além de ajuda com networking. Mas fico pensando se, ao receber investimento inicial e essa pessoa entrar como um C-level central da empresa, não surgiria um conflito de interesses e isso acabaria comprometendo o valor. Existe alguma boa forma de resolver isso?
Antes de tudo, seria bom explicar qual é o grande tema ou contexto deste texto... se é uma metáfora, uma epopeia de verdade... ou uma crítica indireta...
Também já contribuí com a parte de gerenciamento de memória do kernel Linux e acho que entendo, até certo ponto, como funcionam os mecanismos de baixo nível, mas, pensando que no fim acabei fazendo um trabalho que, contra a minha vontade, fica distante do desenvolvimento, chego a pensar que, para se dar bem como engenheiro, talvez seja preciso agir de forma oposta ao que este texto diz.
Acompanhar novas tecnologias rapidamente
Pensar no mercado antes da curiosidade pessoal
Saber se vender melhor do que se criticar
Focar mais em testes de coding do que em work-life balance/crescimento
Quando voltei ao país, percebi que a Coreia tem um mercado pequeno demais e uma concorrência muito forte, então há poucas empresas e posições em que dá para se concentrar em desenvolvimento; e, como todo mundo disputa essas poucas vagas, no fim parece que é preciso focar no que chama mais atenção para conseguir fazer o tipo de desenvolvimento que se quer.
"Não precisamos de um aluno nota A+ que consiga responder a todas as perguntas
O que queremos é um aluno nota B que consiga ver e questionar o que os outros deixaram passar"
Ao ver isso, pensei imediatamente que eu sou esse aluno B, mas as grandes empresas só olham para alunos nota A+ na hora de contratar.
Parece que usar o Lynx Explorer pré-compilado seria algo apenas para a etapa de desenvolvimento. Na prática, entendo que o processo de compilar o Lynx Explorer exige esforço.
Para mim, está bem agradável.
Concordo demais mesmo...
É uma pena que isso tenha virado um jogo de usar bem uma linguagem específica e tecnologias específicas de acordo com a tendência, em vez de um jogo sobre o quanto você entende de verdade o essencial e sabe lidar bem com isso.
Ah, sim, isso mesmo. Se você passou a se interessar por prática deliberada, As 10 mil horas redescobertas, de Anders Ericsson, que é o autor original do conceito (?), também é excelente.
Onde este texto foi publicado mesmo, na bíblia de 'startups', certo?
Foi isso que senti ao olhar para o conselho, e li o texto fazendo esse paralelo. Entendi que, quando criei a empresa no começo, o que eu estava fazendo até agora era uma governança em nível de conversa! Vou tentar estruturar isso bem.
Tenho uma dúvida que queria perguntar: no conselho, há uma pessoa que oferece opiniões objetivas, apoio e incentivo, além de ajuda com networking. Mas fico pensando se, ao receber investimento inicial e essa pessoa entrar como um C-level central da empresa, não surgiria um conflito de interesses e isso acabaria comprometendo o valor. Existe alguma boa forma de resolver isso?
Ah, então parece que era tipo um universo ficcional mesmo. Achei que fosse algum artigo de tecnologia.
Antes de tudo, seria bom explicar qual é o grande tema ou contexto deste texto... se é uma metáfora, uma epopeia de verdade... ou uma crítica indireta...
Aquele manus que dizem ter disponibilizado o próprio código-fonte!!
https://pt.news.hada.io/topic?id=19168
É uma pesquisa que a IA provavelmente jamais teria imaginado.
Concordo com o ponto principal do texto.
Acho que na Coreia também há muitos engenheiros talentosos, mas eu também sinto muitos pontos lamentáveis por causa do tamanho do mercado.
Fico pensando que teria sido bom se lugares como a FuriosaAI tivessem dado certo.
Li com bastante interesse.
Uau... conheço alguém muito parecido com o que este texto descreve, preciso compartilhar com essa pessoa.
Obrigado pelo ótimo texto.
Concordo. Costumo aconselhar meus colegas mais novos a fazer um trabalho que apareça.
Concordo um pouco... kkk
Será que é só o mercado coreano que é assim...
Tenho bastante interesse em React-Native, então também fiquei curioso sobre esse aqui.
O conteúdo acima foi retirado da apresentação oficial Lynx: Unlock Native for More.
Também já contribuí com a parte de gerenciamento de memória do kernel Linux e acho que entendo, até certo ponto, como funcionam os mecanismos de baixo nível, mas, pensando que no fim acabei fazendo um trabalho que, contra a minha vontade, fica distante do desenvolvimento, chego a pensar que, para se dar bem como engenheiro, talvez seja preciso agir de forma oposta ao que este texto diz.
Quando voltei ao país, percebi que a Coreia tem um mercado pequeno demais e uma concorrência muito forte, então há poucas empresas e posições em que dá para se concentrar em desenvolvimento; e, como todo mundo disputa essas poucas vagas, no fim parece que é preciso focar no que chama mais atenção para conseguir fazer o tipo de desenvolvimento que se quer.
"Não precisamos de um aluno nota A+ que consiga responder a todas as perguntas
O que queremos é um aluno nota B que consiga ver e questionar o que os outros deixaram passar"
Ao ver isso, pensei imediatamente que eu sou esse aluno B, mas as grandes empresas só olham para alunos nota A+ na hora de contratar.
Acho que o MCP não chega a ser JSON, porque também não é uma especificação para comunicação de dados, e considero isso complicado demais.