Presidente de universidade defende posição contra a covardia
(newyorker.com)Presidente de universidade enfrenta a covardia
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Contexto: O governo Trump está mirando as universidades ao punir o ativismo estudantil. Michael Roth, presidente da Wesleyan University, argumenta que as universidades não precisam se curvar a isso.
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Situação na Wesleyan University: O campus parecia um tranquilo dia de primavera, mas a difícil situação do ensino superior nos Estados Unidos continua. O governo Trump está investigando esforços de diversidade, equidade e inclusão, cortando recursos federais de várias universidades e tentando deportar estudantes internacionais que participaram de atividades pró-Palestina.
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Resposta das universidades: A Columbia University aceitou as exigências do governo federal e, como resultado, sua presidente renunciou. Enquanto muitas universidades estão cedendo à pressão do governo, Roth, da Wesleyan, está levantando a voz contra isso.
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Posição de Roth: Roth afirma que as universidades devem levar mais a sério sua responsabilidade cívica e incentivar os estudantes a participar da esfera pública. Ele acredita que acolher diferentes visões políticas é uma forma de reduzir a vulnerabilidade das universidades.
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Conflito entre Israel e Palestina: Esse conflito está sendo usado como pretexto para a repressão atual. O antissemitismo é usado como ferramenta política, servindo como meio para perseguir pesquisadores e instituições.
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Papel como presidente de universidade: Roth acredita que faz parte de seu papel falar para defender os valores da universidade. Ele está lutando contra o abuso de poder do governo e espera que outros presidentes de universidade também se juntem a isso.
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Preparação da Wesleyan: A universidade está preparando medidas financeiras preventivas e considerando um fundo de defesa jurídica. Estudantes internacionais e membros do corpo docente e técnico-administrativo estão preocupados com triagens ideológicas na fronteira.
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Formação acadêmica de Roth: Ele pesquisa a relação entre história e psicologia, com atenção a fenômenos como a criação de bodes expiatórios na sociedade. Essas percepções influenciam sua gestão da universidade.
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