- O julgamento antitruste do Google está sendo conduzido em grande parte em segredo, com mais da metade do processo ocorrendo de forma fechada ao público.
- O juiz Amit Mehta aceitou o pedido de sigilo do Google com a justificativa de que poderia haver prejuízos à concorrência.
- O Google, uma empresa avaliada em cerca de 2 trilhões de dólares, está sendo questionado sobre como garantiu tamanho poder e controle sobre o acesso à internet.
- O sigilo deste julgamento contrasta com o julgamento antitruste da Microsoft em 1998, que foi público e amplamente coberto pela imprensa.
- As ações do Google estão moldando o futuro do setor, de forma semelhante à coerção exercida pela Microsoft contra concorrentes no passado.
- O juiz Mehta recusou transmitir o áudio público do julgamento, e os advogados do Google se opõem à divulgação de documentos por causa do potencial de "clickbait".
- O julgamento só é acessível a quem pode comparecer pessoalmente ao tribunal em Washington, D.C., e ainda assim a maior parte ocorre de forma fechada sem aviso prévio.
- A relação entre Apple e Google, ponto central do julgamento, permanece em grande parte fora da vista do público por causa do sigilo.
- O juiz Mehta vem sendo criticado por permitir que o Google esconda provas e por priorizar a reputação da empresa acima do direito de acesso do público.
- O Departamento de Justiça é criticado por não lutar pelo direito de acesso do público e por não contestar a preferência do Google pelo sigilo.
- O sigilo do julgamento está alimentando teorias da conspiração sobre conluio entre empresas, juízes e o governo.
- Apesar do sigilo, algumas informações sobre as práticas do Google estão vindo a público, mas muito mais poderia ser revelado se o julgamento fosse aberto.
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