- O autor compartilha sua experiência como desenvolvedor indie de jogos e a decepção posterior com a indústria
- Reflite sobre o que o motivou a entrar na indústria de jogos e questiona o idealismo e a ingenuidade do universo indie
- O autor percebe que o desenvolvimento de jogos funciona para ele como um mecanismo de enfrentamento e lhe dá uma sensação de controle
- Discute sua ansiedade e o desejo de ser conhecido e reconhecido pelo seu trabalho
- O autor encontra consolo na percepção de que já é conhecido por Deus e volta a adotar uma visão de mundo indie idealizada
- Menciona a recuperação e uma nova alegria no desenvolvimento de jogos junto com a engine open source Godot
- O autor expressa incerteza sobre o futuro, enquanto abraça a jornada do desenvolvimento de jogos
- Agradece aos leitores por terem acompanhado sua jornada
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