1 pontos por GN⁺ 2024-01-01 | Ainda não há comentários. | Compartilhar no WhatsApp

Tether revela em carta ao Senado dos EUA parceria com o Serviço Secreto e o FBI

  • A Tether divulgou uma carta enviada ao Comitê de Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos do Senado dos EUA e ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes dos EUA.

  • Na carta, o CEO da Tether, Paolo Ardoino, destacou o compromisso com a segurança e a parceria estreita com as autoridades de aplicação da lei.

  • Ardoino afirmou que a Tether, em cooperação com o Departamento de Justiça dos EUA, o Serviço Secreto e o FBI, congelou até agora 326 carteiras, que controlam um total de 435 milhões de USDT.

  • Ardoino revelou que a Tether trabalhou recentemente com o Serviço Secreto dos EUA e atualmente está cooperando com o FBI.

  • Ele mencionou que a Tether busca colaborar estreitamente com as autoridades dos EUA e contribuir para expandir a supremacia global do dólar.

  • A carta também foi enviada aos presidentes e membros de destaque dos comitês, incluindo a senadora Cynthia Lummis, conhecida por sua posição favorável às criptomoedas.

  • O objetivo da divulgação da carta pela Tether foi enfatizar seu compromisso com a garantia da segurança e da integridade de sua stablecoin.

  • Isso ocorre após a empresa anunciar uma nova política para reforçar a cooperação com órgãos reguladores e ajudar a congelar carteiras de pessoas sancionadas pela OFAC.

Opinião do GN⁺

  • Este artigo destaca como a Tether, por meio de uma carta enviada ao Senado dos EUA, enfatizou a cooperação com autoridades de aplicação da lei e, em especial, revelou sua parceria com o Serviço Secreto dos EUA e o FBI.
  • Essa atitude da Tether mostra que a cooperação com órgãos reguladores está se tornando cada vez mais importante dentro da indústria de criptomoedas, o que pode transmitir confiança a investidores e usuários.
  • O objetivo da Tether de expandir a supremacia global do dólar pode estimular um debate interessante sobre como as criptomoedas podem interagir com o sistema financeiro tradicional.

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