- A cidade considera contestar uma portaria de 1997 que limita o trabalho extra de policiais na segurança privada
- A empresária Maya Santamaria afirma ter sido orientada a contratar um número específico de policiais de Minneapolis para obter licença de funcionamento
- Santamaria diz ter gasto centenas de milhares de dólares com policiais de folga que, muitas vezes, não faziam muita coisa
- A cidade pode exigir a contratação de policiais de folga por empresas com muitas chamadas para o 911 ou grandes eventos
- A cidade não rastreia as horas nem os pagamentos do trabalho de folga dos policiais
- Alguns policiais ainda recebem em dinheiro, aumentando o risco de evasão fiscal
- A federação policial de Minneapolis afirma que, na última negociação, não aceitaria qualquer mudança no trabalho de folga
- A responsabilidade de seguro da cidade sobre policiais fazendo bicos pode sair cara
- A cidade pode contestar a portaria de 1997 que limita o quanto ela pode gerir os trabalhos paralelos dos policiais
- A federação policial de Minneapolis afirma que, na última negociação, não aceitaria qualquer mudança no trabalho de folga
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Opinião do Hacker News