6 pontos por readingsnail 2022-11-22 | Ainda não há comentários. | Compartilhar no WhatsApp

A Wired obteve o conteúdo do processo que a Apple pretendia mover contra a Corellium em 2019 e analisou todo o material de 500 páginas. E o resultado foi este.

  • Venda de ferramentas para fabricantes de ferramentas de hacking de países como Irã, Israel, Emirados Árabes Unidos e Rússia
  • Fornecimento de versão de teste ao desenvolvedor do spyware Pegasus, usado contra dissidentes, ativistas de direitos humanos e jornalistas. E contratação de agentes da inteligência dos EUA que ajudaram no rastreamento
  • Venda do produto para autoridades chinesas — na época, o fundador da Pwnzen Infotech era de uma empresa criada pela equipe Pangu, um conhecido grupo de elite chinês de hackers de iOS e iPhone. Naturalmente, isso ajudava na invasão de telefones
  • Um funcionário da Corellium cujo nome não foi revelado — obrigado por reconhecer isso do lado da BlackHat
  • A Apple não respondeu a este documento da Wired. Parecia que as partes haviam chegado a um acordo em 2021, mas a Apple voltou atrás
  • Especialistas em segurança afirmam que a Corellium também é problemática, mas que a tentativa da Apple de usar a lei de direitos autorais para encobrir problemas de segurança também é ruim

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