⚡️ Resumo principal
- Na era da IA, a única habilidade que os humanos precisam cultivar é o
senso estético, ou seja, o campo do gosto capaz de reconhecer o que é bom e explicá-lo.
- A IA barateia o valor do trabalho, mas o valor humano, a persistência e o artesanato de levar algo até esse nível de esmero brilharão ainda mais.
- Se você desenvolver sua própria visão de mundo e gosto, e tiver coragem para levá-los adiante com consistência, isso se tornará um patrimônio permanente que a IA não poderá substituir.
3 comentários
Mas preferência tem valor justamente quando é "consumida"...
Se fosse para complementar, talvez seja a capacidade de acertar em cheio o gosto de alguém. Mais do que senso estético, seria observação ou insight
Ontem vi no Instagram um conteúdo chamado "inventando gírias que vão bombar em 2026", e achei que até a IA teria batido numa parede com isso. "Sensibilidade" é algo sutil e frágil, mas realmente parece ser uma área que as máquinas têm dificuldade de acompanhar.
De forma semelhante, Ilya Sutskever também argumentou que seria preciso criar emoções, e não há razão para que isso seja impossível.