Doando garfos para o restaurante
Resolvendo a falta de garfos
- Há um ano e meio, surgiu no restaurante um problema de falta de garfos todas as noites.
- Frequentemente acabávamos tendo que comer com colher junto com meu colega de quarto.
Compra e doação de garfos
- Para resolver o problema, comprei 180 garfos.
- Comprei também um carimbo de letras para metal para gravar minhas iniciais nos garfos.
- Gravei as iniciais "B" (Ben) ou "H" (Henry) nos garfos.
Estratégia de distribuição dos garfos
- Durante alguns meses, distribuí secretamente 12 garfos por dia no restaurante.
- Quando o fim do ano se aproximou, doei de uma vez só ao restaurante os mais de 100 garfos que restavam.
Resultado e impacto
- Depois disso, o problema da falta de garfos no restaurante foi resolvido.
- De vez em quando, eu via pessoas usando meus garfos.
- Surgiu um problema de falta de facas, mas decidi não fazer outra doação.
O retorno dos garfos
- Alguns meses depois de deixar o campus, encontrei um dos meus garfos no apartamento da minha namorada.
- A suposição é que a antiga moradora tenha pego o garfo no restaurante da universidade.
- Tirei a lição de que "a generosidade é como um bumerangue: se você dá de coração aberto, ela acaba voltando".
A opinião do GN⁺
- História interessante: É interessante porque mostra que uma pequena ação pode trazer uma grande mudança.
- A importância da doação: Mostra que até uma pequena doação pode ter um grande impacto na comunidade.
- Resolução de problemas do dia a dia: Apresenta uma forma criativa de resolver problemas que surgem na vida cotidiana.
- Os limites da doação: Também nos faz reconhecer que não é possível resolver todos os problemas.
- Economia compartilhada: Faz pensar mais uma vez sobre a importância de uma cultura de compartilhar e fazer os objetos circularem.
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