Opiniões sobre a destruição de obras criativas e deduções fiscais
Levanta a questão de até onde vai o direito do criador. Por exemplo, menciona a situação de um pintor que contrata um modelo para fazer um quadro e, por não gostar do resultado, quer destruí-lo, ou de um produtor que grava uma música malsucedida e quer apagá-la.
Aponta que o problema não é tanto destruir a obra em si, mas sim obter dedução fiscal por meio dessa destruição. Fracassos no processo criativo são algo natural, mas atribuir valor de mercado "zero" à obra e receber dedução fiscal pode configurar fraude.
Cita o pseudônimo "Alan Smithee", usado por diretores que querem tirar seu nome de um filme, como exemplo de que esse tipo de abordagem pode ser uma solução para a questão da "atribuição".
Proposta de dedução fiscal por meio da distribuição pública da obra
Sugere que, em vez de destruir a obra, uma solução menos controversa poderia ser distribuí-la gratuitamente em lugares como o Internet Archive e, ainda assim, obter a dedução fiscal.
A distribuição pública poderia colocar a obra em domínio público ou usar uma licença Creative Commons não comercial para impedir trabalhos derivados por concorrentes.
Proposta de encurtar o prazo de copyright e liberar a obra em domínio público
Sugere pular o atual prazo de proteção de copyright e liberar a obra diretamente em domínio público.
Dessa forma, não haveria receita, mas as pessoas poderiam assistir à obra se quisessem.
Menciona que instituições sem fins lucrativos como o Internet Archive provavelmente teriam interesse em hospedar esses filmes.
Também apresenta a opinião de que seria melhor transferir todos os ativos da obra para o domínio público.
Opiniões sobre a obrigação de lançar uma obra
Compartilha sua opinião antes e depois de ler a matéria. A reação inicial é que não existe obrigação de lançar uma obra no mercado em nenhuma etapa.
Mesmo depois de ler a matéria, continua não convencido. Não concorda com a alegação de que o governo deva intervir.
Dá o exemplo de que, se alguém gastou 100 milhões de dólares para fazer um filme e usar esse custo como dedução fiscal, com uma alíquota de 15% poderia economizar 15 milhões em impostos, e isso pode ser mais garantido do que qualquer valor obtido com o lançamento.
Um filme fracassado também pode prejudicar a reputação da empresa, algo difícil de quantificar, mas ainda assim realmente importante.
Em grande parte das profissões, é normal que trabalhos não sejam lançados; é lamentável, mas não passa disso.
Opiniões sobre a legalidade da destruição de obras e da dedução fiscal
Destruir uma obra deve ser legal, mas registrar isso como prejuízo e receber dedução fiscal deve ser considerado fraude, especialmente quando há ofertas de compra.
Opiniões sobre serviços de streaming e royalties
Na era do streaming, a receita gerada ao hospedar conteúdo antigo pode ser muito pequena em comparação com os royalties.
Serviços de streaming atraem clientes principalmente ao lançar títulos novos e populares, e exigir royalties altos pode incentivar o encerramento precoce de uma série.
Deixar de hospedar títulos que fazem o serviço perder dinheiro é uma decisão racional.
Opiniões sobre a comparação com o enredo de GTA V
Mostra surpresa ao ver que a destruição de obras e as deduções fiscais, como no enredo de GTA V, também são comuns na vida real.
Opiniões sobre distribuição em domínio público e dedução fiscal
Se o filme fosse lançado em domínio público e disponibilizado via torrent, isso não faria com que seu valor para o estúdio se tornasse "zero"? Nesse caso, resolveria todas as reclamações dos críticos.
Opiniões sobre a influência de estrelas muito rentáveis
Pergunta-se o que aconteceria se estrelas muito rentáveis como Christopher Nolan, Greta Gerwig e Tom Cruise entrassem em contato discretamente com a Warner Bros. e deixassem claro que não trabalhariam com estúdios que cancelam projetos concluídos para obter dedução fiscal.
Pedido de explicação contábil sobre a vantagem econômica
Pede a alguém com formação em contabilidade que explique que vantagem econômica esse tipo de prática traz.
Questiona se, ao abrir mão de qualquer receita desses filmes, o estúdio reduz a carga tributária, mas ao mesmo tempo não aumenta sua perda econômica total.
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Opiniões sobre a destruição de obras criativas e deduções fiscais
Proposta de dedução fiscal por meio da distribuição pública da obra
Proposta de encurtar o prazo de copyright e liberar a obra em domínio público
Opiniões sobre a obrigação de lançar uma obra
Opiniões sobre a legalidade da destruição de obras e da dedução fiscal
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