1 pontos por GN⁺ 2023-12-04 | Ainda não há comentários. | Compartilhar no WhatsApp

O segredo dos redwoods sobreviventes após os incêndios florestais na Califórnia

  • Em agosto de 2020, incêndios florestais nas proximidades do Big Basin Redwoods State Park, na Califórnia, expuseram os redwoods ao fogo.
  • Os redwoods geralmente são resistentes ao fogo, mas neste incêndio as chamas chegaram até o topo das árvores, levando-as a emitir novos brotos usando reservas de energia formadas décadas antes.
  • Os pesquisadores afirmam que os redwoods iniciaram um novo crescimento a partir de botões que estavam dormentes havia centenas de anos.

Armazenamento de energia e capacidade de regeneração dos redwoods

  • Os redwoods armazenam açúcares e carboidratos produzidos pela fotossíntese como energia, usada na recuperação após secas ou incêndios.
  • Os pesquisadores estimam que a capacidade dos redwoods de sobreviver por milhares de anos está ligada ao uso de energia armazenada no passado.
  • O estudo mostrou que os redwoods usaram reservas de energia com idade média de 21 anos para fazer crescer os brotos, e que alguns carboidratos eram muito mais antigos.

Regeneração dos redwoods e adaptação às mudanças climáticas

  • Os redwoods iniciam novo crescimento a partir de botões formados ao longo de séculos, o que demonstra uma alta resiliência ao fogo.
  • Os pesquisadores levantam dúvidas sobre como os redwoods vão se adaptar até conseguirem novamente energia suficiente por fotossíntese, e sobre como enfrentarão grandes incêndios recorrentes.

Opinião do GN⁺

  • Este estudo mostra que os redwoods têm uma vitalidade impressionante, capaz de lhes permitir sobreviver apesar dos grandes incêndios causados pelas mudanças climáticas.
  • A capacidade de iniciar novo crescimento usando energia armazenada décadas antes oferece uma compreensão profunda da resiliência e da adaptabilidade da natureza.
  • O texto traz uma visão interessante sobre a estratégia de sobrevivência dos redwoods e sobre como as descobertas dos cientistas contribuem para entender a capacidade de recuperação da natureza.

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