1 pontos por GN⁺ 2023-11-01 | 1 comentários | Compartilhar no WhatsApp
  • Tribunal Regional de Berlim decide que o LinkedIn está proibido de ignorar os sinais de "Do Not Track" do navegador dos usuários
  • A Federação das Organizações de Consumidores da Alemanha (vzbv) iniciou o processo
  • O sinal de "Do Not Track" permite que o usuário escolha não ser rastreado em suas atividades online
  • Embora o LinkedIn tenha afirmado que realiza rastreamento para fins de análise e marketing, o tribunal considerou isso enganoso
  • O tribunal também proibiu o LinkedIn de tornar automaticamente públicos os perfis dos usuários na criação da primeira conta, por violar regras de proteção de dados
  • Agora, os usuários precisam dar consentimento explícito antes que seus perfis fiquem visíveis para não membros
  • A decisão vem após uma sentença parcial anterior que proibiu o LinkedIn de enviar e-mails indesejados a não membros ou usar termos de serviço que obrigassem usuários a abrir mão de certos direitos legais
  • A vzbv classificou a decisão como uma vitória do consumidor e afirmou que ela confirma que usuários da internet podem controlar seus dados pessoais
  • O autor do artigo levanta ceticismo sobre o impacto da decisão e argumenta que uma privacidade significativa exige repensar a forma como sites são construídos e monetizados
  • O autor sugere que, sem mudanças no modelo de negócios das Big Techs, medidas voluntárias como o "Do Not Track" tendem a ser em grande parte ineficazes

1 comentários

 
GN⁺ 2023-11-01
Comentário do Hacker News
  • Tribunal alemão decide sobre a ignorância do sinal "Do Not Track" pelo LinkedIn
  • A decisão é vista como um passo positivo para tornar o "Do Not Track" legalmente aplicável, com potencial para eliminar a necessidade de avisos de cookies por site
  • Alguns usuários sugerem que os sites deveriam encontrar soluções internas de publicidade que não exigam rastreamento, semelhantes à publicidade em mídia impressa
  • O cabeçalho "Do Not Track" é considerado um "não" explícito ao rastreamento, e empresas ignorarem isso é visto como falta de boa-fé
  • Críticas à natureza quase contratual da relação entre consumidor e empresa, especialmente no espaço digital
  • A decisão judicial não obriga o LinkedIn a respeitar o cabeçalho "Do Not Track", mas proíbe a alegação de que ele não tem força legal vinculante
  • Há esperança de que essa decisão seja adotada pelos tribunais da UE, mas também preocupação de que a indústria da publicidade prefira tratar a questão país por país
  • Debate sobre o escopo do rastreamento: alguns defendem que observar o comportamento do usuário em um site é permitido, mas compartilhar dados com terceiros exige consentimento explícito
  • Alguns usuários preveem possível reação de empresas como o Google, que poderiam defender a remoção do recurso "Do Not Track" de seus navegadores
  • Pergunta sobre navegadores com o cabeçalho "Do Not Track" ativado por padrão e se eles podem ser ignorados de acordo com a especificação