- Tribunal Regional de Berlim decide que o LinkedIn está proibido de ignorar os sinais de "Do Not Track" do navegador dos usuários
- A Federação das Organizações de Consumidores da Alemanha (vzbv) iniciou o processo
- O sinal de "Do Not Track" permite que o usuário escolha não ser rastreado em suas atividades online
- Embora o LinkedIn tenha afirmado que realiza rastreamento para fins de análise e marketing, o tribunal considerou isso enganoso
- O tribunal também proibiu o LinkedIn de tornar automaticamente públicos os perfis dos usuários na criação da primeira conta, por violar regras de proteção de dados
- Agora, os usuários precisam dar consentimento explícito antes que seus perfis fiquem visíveis para não membros
- A decisão vem após uma sentença parcial anterior que proibiu o LinkedIn de enviar e-mails indesejados a não membros ou usar termos de serviço que obrigassem usuários a abrir mão de certos direitos legais
- A vzbv classificou a decisão como uma vitória do consumidor e afirmou que ela confirma que usuários da internet podem controlar seus dados pessoais
- O autor do artigo levanta ceticismo sobre o impacto da decisão e argumenta que uma privacidade significativa exige repensar a forma como sites são construídos e monetizados
- O autor sugere que, sem mudanças no modelo de negócios das Big Techs, medidas voluntárias como o "Do Not Track" tendem a ser em grande parte ineficazes
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