- Artigo sobre o conceito de "espaço Nakatomi", nomeado a partir de como o protagonista do filme Die Hard explora o edifício por meios não convencionais
- O autor compara isso à técnica espacial usada pelas Forças de Defesa de Israel na invasão de Nablus em 2002, quando se moveram pela cidade por meio de "túneis terrestres", fatiando o tecido urbano
- O artigo destaca a técnica de "andar através das paredes", em que os soldados contornam rotas tradicionais como ruas, estradas e escadas, movendo-se através das paredes e verticalmente por buracos abertos em tetos e pisos
- O autor sugere que a representação do espaço arquitetônico em Die Hard é interessante porque o protagonista se desloca pelo edifício de todas as maneiras possíveis, exceto por portas e corredores
- O artigo também discute o conceito de dobrar o espaço para atender às próprias necessidades de navegação, como mostrado em Die Hard, em que os terroristas estão lá para invadir e roubar o cofre da empresa Nakatomi, selado eletromagneticamente
- O autor sugere que a premissa espacial de Die Hard poderia ter sido repetida em uma escala urbana maior em suas continuações, por exemplo usando a técnica de "perseguição quente" das Forças de Defesa de Israel
- O autor apresenta o conceito de "espaço Nakatomi", em que um edifício revela um interior quase infinito, embora não por meios arquitetônicos
- O artigo conclui sugerindo que as continuações de Die Hard fracassaram ao abandonar a exploração espacial do filme original e, em vez disso, focar no personagem John McClane
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