1 pontos por GN⁺ 2023-10-04 | Ainda não há comentários. | Compartilhar no WhatsApp
  • O artigo discute o uso de clonagem de voz com A.I. para recriar músicas originais de Weird Al Yankovic como se tivessem sido regravadas por outros artistas.
  • O autor fez um experimento cobrindo a música de Weird Al, "Eat It", com a voz de Michael Jackson, ajustando-a para corresponder ao tom original.
  • O autor também tentou usar modelos de voz com A.I. de outros artistas, mas a voz e a pronúncia únicas de Weird Al dificultaram substituir seus vocais de forma convincente.
  • A comunidade de músicas cover com A.I. gira em torno de um servidor no Discord chamado A.I. Hub, onde os membros compartilham dicas, técnicas e os modelos de voz que treinaram.
  • Os modelos de voz são hospedados na Hugging Face, uma startup de A.I. que em agosto levantou US$ 235 milhões em uma rodada Série D e foi avaliada em US$ 4,5 bilhões.
  • A Recording Industry Association of America (RIAA) mirou o A.I. Hub por disponibilizar músicas protegidas por direitos autorais usadas no treinamento de modelos de voz, mas não tomou medidas contra os próprios modelos de A.I.
  • O autor também fez experimentos cobrindo músicas de Weird Al com modelos de voz em A.I. de Madonna e Kurt Cobain, com diferentes níveis de sucesso.
  • O Google Colab é mencionado como uma ferramenta útil para executar fluxos de trabalho de A.I. generativa, especialmente para quem não tem uma GPU compatível ou não está familiarizado com terminal.
  • O autor usou o pacote AICoverGen, que simplifica o processo de gerar covers com A.I. a partir de modelos existentes.
  • O artigo também menciona o rápido avanço em síntese de voz cantada (SVS) e conversão de voz cantada (SVC), o que em breve pode tornar possível gerar novas músicas a partir de letras escritas no estilo de outra pessoa.
  • O autor discute ainda as implicações éticas e legais do uso de clonagem de voz com A.I., observando que alguns artistas ficam entusiasmados com isso, enquanto outros são contra.

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