- A empresa imobiliária Redfin deixará de apoiar a National Association of Realtors (NAR) por dois motivos principais: a política de comissões para agentes de compradores e as alegações de assédio sexual dentro da organização.
- A Redfin era membro da NAR desde 2017 e pagou mais de US$ 13 milhões em anuidades em uma tentativa de influenciar a NAR em favor de um mercado aberto e orientado por tecnologia.
- A Redfin já havia se retirado do conselho da NAR em junho, antes de as alegações de assédio sexual se tornarem públicas.
- As políticas da NAR impedem listar imóveis em que o vendedor não paga comissão ao agente do comprador e bloqueiam sites como o Redfin.com de mostrar imóveis vendidos diretamente pelo proprietário ao lado de imóveis listados por agentes.
- A Redfin agora está pedindo a corretores e agentes que deixem a NAR sempre que possível, e diz que essa não foi uma decisão tomada levianamente, já que pode afastar as pessoas que geram receita.
- As regras da NAR exigem que a Redfin também deixe associações locais e estaduais, mesmo quando o problema está apenas na associação nacional.
- Em muitos mercados dos EUA, incluindo grandes cidades, a Redfin não pode deixar a NAR porque os corretores precisam ser membros da entidade para acessar bancos de dados de listagens, lockboxes e contratos padrão do setor.
- A Redfin está pedindo à NAR que separe o acesso local a essas ferramentas do apoio à sua organização nacional de lobby.
- Apesar das divergências com a NAR, a Redfin manterá seu compromisso com o setor imobiliário e continuará apoiando os múltiplos serviços de listagem (MLSs) que os corretores usam para compartilhar dados de imóveis.
- A missão da Redfin é redefinir o mercado imobiliário para os consumidores, e a empresa acredita que a NAR não é o futuro do setor.
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