- Chatbots não são populares e as pessoas não querem conversar com eles.
- No fim dos anos 90, esperava-se que os sites fossem a próxima geração dos aplicativos, mas os mecanismos de busca se tornaram o principal ponto de entrada dos usuários.
- Com o surgimento dos aplicativos móveis, parecia que nosso sonho havia se realizado, mas os apps são limitados e os recursos avançados dependem do sistema operacional hospedeiro.
- Assistentes pessoais virtuais como Siri, Alexa e Google Assistente eram usados principalmente para tarefas simples, mas a integração com apps está evoluindo ainda mais e oferecendo conversas mais complexas.
- A linguagem era uma limitação dos assistentes virtuais, mas, com os grandes modelos de linguagem (LLMs), a capacidade de entender solicitações dos usuários e as saídas dos apps vai melhorar drasticamente.
- A relação é com o assistente pessoal, e não com chatbots individuais ou assistentes online.
- As pessoas esperam que todos os apps e recursos sejam integrados ao assistente virtual pessoal.
- Quando as pessoas visitam sites ou usam apps, elas procuram interfaces funcionais, não chatbots.
- Ninguém quer conversar com chatbots.
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Opinião do Hacker News