Não vou negar que qualquer pessoa pode tentar. Mas é mentira dizer que qualquer um se torna profissional com facilidade. Espero que você não tenha saído por aí dizendo isso a alguém na vida real. Porque isso é golpe.

 

Em que área de ciências exatas ou engenharia alguém pode virar um especialista para entrar no mercado em apenas alguns meses só ficando em casa, vendo umas coisas na internet e estudando por conta própria (se for muito bem)? <- Em qualquer área, ninguém chama um candidato de nível inicial assim de especialista. Alguém já criticou isso antes, inclusive. Se você realmente pensa assim, seu nível de entendimento é baixo e você também não tem profissionalismo.

 

É fácil deixar de ser amador e virar profissional? Se isso fosse verdade, então isso já não seria mais chamado de profissional.

 

Parece que há um equívoco ao achar que desenvolvimento de software é simplesmente gerar código ou criar APIs. A essência do desenvolvimento de software está em abstrair a realidade para criar protocolos e interfaces e encaixar tudo nisso. Em outras palavras, está em conectar coisas que funcionam de maneiras diferentes para que operem como se fossem uma só. Isso é uma atividade intelectual mais complexa do que parece e, por isso, formar engenheiros de software é mais difícil do que se imagina. Dizem que há muita gente no mercado, mas quantas dessas pessoas realmente conseguem trabalhar direito? A maioria só experimentou usar uma ferramenta uma vez, e isso não é o núcleo do que faz um engenheiro de software.

 

Foi uma pena a Samsung ter encerrado o suporte ao Linux on DeX,
mas agora o próprio Google está tentando isso.
Muito bom.

 

Como alguém mencionou experiência de desenvolvimento e observabilidade, acrescentando um ponto,

se o ambiente inicial de integração for bem montado, dá para ter uma experiência de desenvolvimento tão boa quanto a baseada em containers, talvez até mais próxima do nativo do que a baseada em containers. (Existem várias ferramentas para isso.)

Quanto à observabilidade, se quiser fazer algo realmente profundo, tanto serverless quanto uma base em containers deixam de ser um problema simples. Centralização de logs, visualização de vários tipos de métricas, APM, visualização de uso de CPU/memória e definição de estratégias de escalonamento com base nisso etc...

Se não for nesse nível, a integração de métricas/logs que o vendor de nuvem oferece por padrão é poderosa, então no fim fica elas por elas.

Colocando de forma agressiva, dá vontade de perguntar: "até que ponto você realmente fez serverless direito?" 😅

 

Tendo experiência tanto com ambientes baseados em contêineres (principalmente ECS Fargate e clusters Kubernetes) quanto com ambientes serverless (AWS), isso não me convence tanto assim.

Os pontos listados como vantagens de ambientes baseados em contêineres também podem, ao mesmo tempo, acabar sendo desvantagens.

Todas essas partes mencionadas como "é possível controlar diretamente e manter estado" acabam virando pontos de gestão, o que aumenta a dificuldade operacional.

Eu, particularmente, recomendo fortemente serverless para organizações pequenas, especialmente aquelas que não têm uma equipe especializada em administração de servidores.

Ah, concordo com a questão de que o cálculo de custos é complexo ou difícil de prever, e também com o problema de vendor lock-in.

 

Desde o começo, não era Serverless, e sim Serverlease.

 

Como em outros comentários, pessoas que trabalham na Samsung, Naver etc. e depois mudam para AMD, Google etc. acabariam sendo um grande ativo se voltassem para a Coreia mais tarde trazendo essa experiência, mas nesse clima, em vez de voltar, parece que vão continuar saindo. Não é só uma questão de dinheiro; o ambiente e a percepção também são precários.

 

No geral, qual é exatamente a mensagem que você quer passar? Na Coreia, os engenheiros não são exatamente bem tratados, né? Se você acha que recebe mais do que pelo que trabalha, então pode muito bem fazer alguma doação em algum lugar. A Coreia é um ambiente em que o problema é os engenheiros serem arrogantes? O problema é que as condições são piores do que no exterior, então as pessoas realmente boas trocam de emprego e não voltam (embora também possa haver gente arrogante).

 

Parabéns. Mais um framework de js nasceu.

 

Ah, isso parece estar certo mesmo kkk

 

Também fico pensando se não seria melhor subir só alguns endpoints necessários no Lambda. Desde o início, eu não tenho experiência com desenvolvimento serverless, então não posso falar muito, mas parece que pode ser bom para alguns casos bem específicos.

 

Antes, também houve gente desconfiando de um texto de um desenvolvedor da Netlify (concorrente) expressando preocupações sobre Next.js (Vercel) no lado do frontend, né. Pelos comentários, não parece ser algo tendencioso.
Eu sou mais da área de frontend... então não sou tão próximo desse lado, mas acho que já vi bastante esse meme de “serverless (tem servidor)” haha

 

O que é difícil é algo subjetivo; por que você fala desse jeito?
Para essa pessoa, esse tipo de coisa pode ser uma dificuldade.
Se é para falar assim, alguém também poderia dizer que você se sente desse jeito porque mudou de área tarde e só faz trabalhos mais ou menos. Aí você também não teria muito o que responder, certo?

 

Exato. É uma área em que qualquer pessoa pode tentar, mas a produtividade varia muito de pessoa para pessoa. Como isso é negado, os profissionais mais competentes acabam deixando o setor ou se mudando para o exterior.

 

Ao ver você presumir arbitrariamente que os outros devem ser parecidos com você, fica claro que você é arrogante. Também há muitas pessoas que fazem esse trabalho porque gostam de encarar problemas difíceis. Não pense que a sua experiência é tudo.

 

A transformação digital ainda está na fase inicial. No futuro, ela vai se expandir para ainda mais áreas. Os engenheiros de software também.

 

A complexidade da engenharia de software varia conforme o trabalho feito pelos engenheiros e pelas equipes; não existe um limite máximo absoluto definido. Se todos os problemas pudessem ser resolvidos simplesmente reorganizando dados, a própria área de engenharia de software nem teria surgido.

 

Afirmar que, por se basear não no mundo físico, mas em sistemas formais, há menos complexidade é algo em um nível parecido com dizer que linguística e matemática não são complexas porque se baseiam em linguagens e sistemas numéricos formais criados artificialmente pelos seres humanos.