Em que parte você acha que isso é uma história completamente diferente?
No fim das contas, acho que o que este texto critica é a complexidade excessiva e o inchaço causado por ela. Não considero que meu comentário seja totalmente sem relação só porque eu não falei de JavaScript nele. De certa forma, trata-se de uma crítica a um aspecto mais pontual. E, como mencionei desde o começo no meu comentário, eu também concordo com a consciência temática fundamental do texto original.
Há tantos usuários provocando e iniciando brigas nos comentários do YouTube que chega a ser cansativo de ver, então seria bom se existisse uma função para bloquear usuários específicos. E, separadamente disso, também há muitos comentários de spam escritos por IA, então acho que seria preciso tomar alguma medida.
Ficar dizendo que não te pagaram ao publicar uma vulnerabilidade que, depois de 2 anos, já não significa mais nada... pessoalmente, não acho isso muito elegante.
Mas imagino que esse tipo de coisa também precise ser escrito no blog para provar o próprio valor, né?
Sinceramente, eu também queria aprender essa mentalidade e escrever muito mais no meu blog.
É parte do jeito de falar “old school” humano.
Parece ser uma paródia do hábito de pessoas mais velhas digitarem pontos com frequência no lugar dos espaços...
É só usar o Firefox. Nos últimos 1 ou 2 anos ele ficou bem mais rápido, então não é uma opção ruim.
Eu uso o Firefox como principal há vários anos e de vez em quando comparo com o Chrome, e especialmente recentemente sinto que o Firefox está totalmente bom de usar.
Até páginas da web que ignoravam os padrões web, como os bancos coreanos, ultimamente foram bastante corrigidas, então a maioria também funciona bem no Firefox.
A personalização é muito mais fácil no Firefox também.
As pessoas não entendem bem a importância da própria liberdade, sejam mais velhas ou não. Até mesmo pessoas da geração que lutou pela democracia, de forma estranha, acolhem bem a censura.
Também não entendem que os prejuízos da censura são maiores do que sua utilidade na prevenção do crime.
Vivemos numa época em que toda censura é justificada com a desculpa da prevenção do crime, e isso funciona.
Daqui a mais alguns anos, talvez, mesmo que câmeras de vigilância sejam instaladas em todas as casas, como em romances como 1984, as pessoas talvez nem consigam compreender esse perigo.
Hum, eu achava que no Golang o sarama era mais preferido...
Pelo que parece, cliente de Kafka é... mais complexo do que eu imaginava quando há falha de broker ou exceções, então fico pensando se vai conseguir cobrir todos os casos...
Eu já escrevi com um pouco mais de detalhe sobre o começo do caso antes:
O estopim do caso foi, em 1999, a decisão do governo britânico de não abandonar e usar na modernização do sistema existente dos correios — que registrava transações em papel — um sistema de pagamento de pensões e benefícios que os Correios haviam considerado pouco confiável e cancelado.
Esse terminal de ponto de venda eletrônico chamado Horizon apresentava muitos problemas desde o início, e, quando foram encontradas diferenças entre o dinheiro registrado no Horizon e o dinheiro realmente em caixa, os chefes das agências postais, em pânico, começaram a ligar para a central de atendimento do Horizon.
O erro "Dalmellington" congelava a tela quando o usuário tentava confirmar o recebimento de dinheiro e, nessa situação, cada vez que se apertava Enter, o sistema registrava silenciosamente que o dinheiro havia sido recebido.
O erro "Calendar Square" gerava transações duplicadas por causa de uma falha no banco de dados subjacente do sistema...
Qual foi a causa? Houve várias, mas três se destacam: 1) falta de pessoal, 2) fé cega na infalibilidade do software, 3) burocracia.
Falta de pessoal
Segundo David McDonnell, que participou do desenvolvimento, "havia 8 pessoas na equipe de desenvolvimento; 2 eram muito competentes, 2 eram medianas mas dava para trabalhar com elas, e as outras 3 ou 4 não tinham capacidade de produzir código profissional, então não conseguiam fazer o trabalho direito."
A essência do problema é que isso acaba sendo uma gambiarra para criar uma web parecida com app dentro do protocolo HTTP, que é baseado em "documentos" da web,
e a opinião era a de que, se são necessárias funcionalidades em nível de aplicativo para resolver isso, talvez fosse melhor criar um novo protocolo e framework voltados para apps.
Assim como em smartphones não rodam programas puramente nativos, mas sim apps executados em uma espécie de sandbox, a ideia seria uma estrutura em que isso rodasse no nível do navegador.
Claro, para não virar algo no estilo ActiveX, abertura e padronização teriam de vir primeiro.
Concordo muito com isso. Também larguei as redes sociais e agora quase nem olho mais os comentários no YouTube.
Em que parte você acha que isso é uma história completamente diferente?
No fim das contas, acho que o que este texto critica é a complexidade excessiva e o inchaço causado por ela. Não considero que meu comentário seja totalmente sem relação só porque eu não falei de JavaScript nele. De certa forma, trata-se de uma crítica a um aspecto mais pontual. E, como mencionei desde o começo no meu comentário, eu também concordo com a consciência temática fundamental do texto original.
https://pt.news.hada.io/topic?id=21581
Achei que isso me parecia familiar e, quando fui ver, era só o Nxtscape com outro nome.
Entendi, há essa diferença.
Mas não parece ser algo muito relacionado ao conteúdo acima.
Há tantos usuários provocando e iniciando brigas nos comentários do YouTube que chega a ser cansativo de ver, então seria bom se existisse uma função para bloquear usuários específicos. E, separadamente disso, também há muitos comentários de spam escritos por IA, então acho que seria preciso tomar alguma medida.
Ficar dizendo que não te pagaram ao publicar uma vulnerabilidade que, depois de 2 anos, já não significa mais nada... pessoalmente, não acho isso muito elegante.
Mas imagino que esse tipo de coisa também precise ser escrito no blog para provar o próprio valor, né?
Sinceramente, eu também queria aprender essa mentalidade e escrever muito mais no meu blog.
É parte do jeito de falar “old school” humano.
Parece ser uma paródia do hábito de pessoas mais velhas digitarem pontos com frequência no lugar dos espaços...
É só usar o Firefox. Nos últimos 1 ou 2 anos ele ficou bem mais rápido, então não é uma opção ruim.
Eu uso o Firefox como principal há vários anos e de vez em quando comparo com o Chrome, e especialmente recentemente sinto que o Firefox está totalmente bom de usar.
Até páginas da web que ignoravam os padrões web, como os bancos coreanos, ultimamente foram bastante corrigidas, então a maioria também funciona bem no Firefox.
A personalização é muito mais fácil no Firefox também.
As pessoas não entendem bem a importância da própria liberdade, sejam mais velhas ou não. Até mesmo pessoas da geração que lutou pela democracia, de forma estranha, acolhem bem a censura.
Também não entendem que os prejuízos da censura são maiores do que sua utilidade na prevenção do crime.
Vivemos numa época em que toda censura é justificada com a desculpa da prevenção do crime, e isso funciona.
Daqui a mais alguns anos, talvez, mesmo que câmeras de vigilância sejam instaladas em todas as casas, como em romances como 1984, as pessoas talvez nem consigam compreender esse perigo.
Quem curtiu esse tipo de coisa deveria refletir sobre isso.
Para quem já vive em uma sociedade de censura distópica, esse é um debate bem atrasado.
Hum, eu achava que no Golang o
saramaera mais preferido...Pelo que parece, cliente de Kafka é... mais complexo do que eu imaginava quando há falha de broker ou exceções, então fico pensando se vai conseguir cobrir todos os casos...
Eu já escrevi com um pouco mais de detalhe sobre o começo do caso antes:
O estopim do caso foi, em 1999, a decisão do governo britânico de não abandonar e usar na modernização do sistema existente dos correios — que registrava transações em papel — um sistema de pagamento de pensões e benefícios que os Correios haviam considerado pouco confiável e cancelado.
Esse terminal de ponto de venda eletrônico chamado Horizon apresentava muitos problemas desde o início, e, quando foram encontradas diferenças entre o dinheiro registrado no Horizon e o dinheiro realmente em caixa, os chefes das agências postais, em pânico, começaram a ligar para a central de atendimento do Horizon.
O erro "Dalmellington" congelava a tela quando o usuário tentava confirmar o recebimento de dinheiro e, nessa situação, cada vez que se apertava Enter, o sistema registrava silenciosamente que o dinheiro havia sido recebido.
O erro "Calendar Square" gerava transações duplicadas por causa de uma falha no banco de dados subjacente do sistema...
Qual foi a causa? Houve várias, mas três se destacam: 1) falta de pessoal, 2) fé cega na infalibilidade do software, 3) burocracia.
Segundo David McDonnell, que participou do desenvolvimento, "havia 8 pessoas na equipe de desenvolvimento; 2 eram muito competentes, 2 eram medianas mas dava para trabalhar com elas, e as outras 3 ou 4 não tinham capacidade de produzir código profissional, então não conseguiam fazer o trabalho direito."
https://x.com/KayKiwoongKim/status/1825209040575873330
A essência do problema é que isso acaba sendo uma gambiarra para criar uma web parecida com app dentro do protocolo HTTP, que é baseado em "documentos" da web,
e a opinião era a de que, se são necessárias funcionalidades em nível de aplicativo para resolver isso, talvez fosse melhor criar um novo protocolo e framework voltados para apps.
Assim como em smartphones não rodam programas puramente nativos, mas sim apps executados em uma espécie de sandbox, a ideia seria uma estrutura em que isso rodasse no nível do navegador.
Claro, para não virar algo no estilo ActiveX, abertura e padronização teriam de vir primeiro.
As opiniões sobre "tedioso" estão divertidas haha. Se fosse para trocar por outra palavra, qual seria melhor? Batido, comum?
Não é uma história completamente diferente daquilo que você está dizendo?
Não entendo muito bem o que você quis dizer na última parte, sobre ser uma plataforma ideal.
No fim das contas, estamos falando da época em que se baixava um programa nativo e se usava ActiveX nele.
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boringcomo “tedioso” realmente não transmite bem o sentido original.Boringnessé uma das filosofias de design do Go.Vai cair nessa de novo~
Não parece tão fácil de usar com praticidade de um clique.