-
Testado em uso simultâneo com o cabo já existente
-
Na maioria dos casos, quase não há diferença em relação ao cabo existente. A velocidade é menor do que a do cabo, mas é boa
→ Por causa das árvores ao redor da casa, elas eram reconhecidas como obstáculos e causavam interrupções na conexão (situação específica do autor)
→ Provavelmente, se a única internet fosse o Starlink, ele teria podado as árvores
- A antena Dishy é tecnicamente excelente (custa US$ 500, mas na prática a SpaceX tem prejuízo em cada unidade vendida)
→ Há algumas desvantagens: fica muito quente durante o uso, e é difícil passar o cabeamento Ethernet Cat6
→ Mas funciona bem em diversos tipos de clima, como calor, neve, chuva e raios
- A energia é fornecida por um switch PoE++ com duas portas, usado em conjunto pelo roteador e pelo Dishy
→ Em média, consome cerca de 100 W ao longo do dia inteiro (modem a cabo + roteador Asus consomem 5~10 W)
→ Em um dia de neve, foi de 125 W até um pico de 175 W
→ Como consome 2,4 kWh por dia, pela média dos EUA isso dá cerca de US$ 10 por mês de eletricidade (semelhante a uma geladeira de tamanho médio)
2 comentários
Pelo que percebi, o motivo de o consumo de energia ser maior em dias de neve é que ele parece derreter a neve para não ficar soterrado.
O consumo de energia é enorme. Como a instalação é no telhado, parece que tem gente querendo usar energia solar, mas não deve ser fácil.
A tela do app no smartphone que mostra os obstáculos é bem interessante.
Em geral, em um país como o nosso, onde a internet já funciona bem em quase todo lugar, não parece tão atraente,
mas deve ser uma alternativa muito boa em lugares como os EUA, onde o território é vasto, ou no meio do deserto, no mar ou no topo de uma montanha.