2 pontos por GN⁺ 2025-10-20 | 1 comentários | Compartilhar no WhatsApp
  • O avião comercial 737 MAX da United Airlines se envolveu em um incidente extremamente raro de colisão com um objeto em queda a 36.000 pés de altitude sobre o Colorado.
  • O NTSB está concentrado na hipótese de colisão com uma carga de dados de um balão meteorológico.
  • O depoimento do comandante levantou, por um período, a possibilidade de impacto com detritos espaciais, mas, com base no nexo de causalidade e no grau de danos, o balão meteorológico surgiu como causa mais provável.
  • Os danos ficaram restritos a uma pequena ferida e arranhões no braço de um piloto e a parte de uma das camadas do para-brisa frontal, sem provocar perda adicional de pressão ou um acidente maior.
  • A aeronave fez desvio imediato para Salt Lake City, levando com segurança cerca de 130 passageiros, enquanto a FAA e a companhia aérea dos EUA ainda não divulgaram uma posição oficial.

Visão geral do incidente

  • O avião 737 MAX da United Airlines colidiu com um objeto desconhecido a 36.000 pés de altitude sobre o Colorado, pouco depois da decolagem.
  • O voo seguia de Denver para Los Angeles, e segundo várias reportagens, houve danos ao para-brisa dianteiro e à estrutura da aeronave, além de ferimentos leves por corte e arranhão no braço de um piloto.

Direção da investigação e estimativa inicial

  • A NTSB (National Transportation Safety Board) dos EUA informou que está investigando se o payload de um balão meteorológico pode ter sido a causa do incidente.
  • É extremamente raro um objeto aleatório em queda colidir com um avião de passageiros a 36.000 pés.
  • Inicialmente também foi levantada a possibilidade de “space debris” (detritos espaciais), porém, com as características de velocidade da reentrada, é muito improvável que detritos espaciais causem apenas danos no para-brisa e deixem a aeronave sem danos estruturais maiores.
  • A hipótese ganhou destaque temporário após divulgação de que o comandante descreveu o objeto como “space debris”.

Impacto do incidente e segurança dos passageiros

  • A aeronave desviou com segurança para Salt Lake City.
  • Cerca de 130 passageiros seguiram para o restante dos 90 minutos de voo em um voo alternativo.
  • O para-brisa frontal apresentou dano em apenas uma camada e não houve descompressão.
  • A tripulação reduziu a altitude de 36.000 para 26.000 pés para aliviar a diferença de pressão entre as camadas restantes do para-brisa.

Posição oficial

  • A companhia aérea e a FAA (Federal Aviation Administration) ainda não emitiram declarações oficiais sobre o caso.

1 comentários

 
GN⁺ 2025-10-20
Opiniões no Hacker News
  • Estão circulando várias fotos do exterior da aeronave; dá para ver claramente marcas de algo que atingiu o avião, com um risco bem visível deslizando pela moldura ao redor da janela. Vai ser muito interessante quando sair o relatório oficial da investigação
    Link de referência
    • Fico me perguntando por que há ícones aleatórios de clipe/Clippy em cada foto
    • Pelo link, também há a possibilidade de ter sido apenas granizo
  • Há informação que relata apenas os fatos, sem especulação
    Artigo da AVHerald
    Rastreamento de voo em tempo real
    • Nos comentários da AVHerald dizem que já houve casos anteriores de colisão com aves nessa altitude, o que achei surpreendente; eu não sabia que pássaros conseguiam voar tão alto
  • Segundo a atualização da matéria, o foco da investigação passou a ser “detritos de balão meteorológico”, o que parece bem mais provável do que um meteorito
  • Vi a afirmação de que “apenas uma camada do para-brisa foi danificada”, mas na foto do braço do piloto há muitos pequenos ferimentos causados por fragmentos de vidro. Se fosse detrito espacial, será que só a camada interna teria sido danificada? Fico com a sensação de que algo não bate
    • Talvez a camada mais externa tenha transferido a energia para a interna, fazendo o vidro interno explodir em pequenos pedaços; também tenho a sensação de que há algo estranho nisso tudo
    • Vim procurar este post exatamente pela mesma dúvida; parece que está faltando alguma coisa na cobertura, porque a situação não está fazendo sentido nenhum
    • Suspeito que os ferimentos no braço do piloto já existissem antes do acidente; o sangue parece já estar seco e há algo que parece pomada amarela, então os cortes parecem estar em algum grau de cicatrização. Claro, não dá para afirmar com certeza
  • A própria matéria fala da possibilidade de ter sido um balão meteorológico, e o título do artigo também foi alterado para “United MAX atingido por objeto em queda a 36.000 pés”; talvez o título aqui também devesse ser atualizado
  • Para descobrir o que atingiu a aeronave, a análise dos pequenos fragmentos incrustados na fuselagem e no vidro é essencial. Se a análise for bem feita, não acho que a causa vá ficar um mistério para sempre
    • A não ser que o que tenha atingido tenha sido granizo
    • No começo, achei mais provável uma quebra espontânea do próprio vidro por pressão, defeito de fabricação ou manutenção ruim; acidentes parecidos acontecem com alguma frequência. Mas, nesse caso, é meio estranho que pequenos fragmentos de vidro tenham sido arremessados para dentro
  • Não acho que ferimentos criem crosta e endureçam instantaneamente, então fico curioso sobre qual é a história real; aliás, a maioria dos satélites na verdade são balões (sataloon)
    • Para mim não parecia crosta; o ferimento parecia bem recente
  • Há uma discussão anterior, para referência
    Ver a thread
  • Link para uma matéria dizendo que “algum objeto atingiu um voo da United Airlines sobre Utah” e que “o NTSB está coletando dados de radar, meteorológicos e de registro de voo”
    Artigo da arstechnica
  • Meu primeiro palpite foi ave; colisões com pássaros são extremamente comuns, há bilhões de aves no mundo todo. Meu segundo palpite foi drone; há muito mais drones do que espaçonaves
    • Naquela altitude (36.000 pés)?