10 pontos por belline0124 2025-02-11 | 3 comentários | Compartilhar no WhatsApp

Contexto

  • Clubes universitários são unidades pequenas em que estudantes têm sua primeira experiência com gestão organizacional, mas também podem vir acompanhados de dificuldades operacionais e problemas desgastantes.
  • Em especial, como há muitas atividades mais atraentes ou de maior prioridade do que as do clube, surge o problema da baixa participação dos membros.
  • Nessa situação, quando um pequeno grupo central passa a conduzir o clube, fica mais difícil atrair novos membros e estimular sua participação, o que pode levar o clube ao declínio.

Operação centrada em TF

  • Conceito: um modelo que responde às necessidades por meio de unidades de task force (TF), formando equipes com diferentes combinações de integrantes para ampliar a participação no clube.
  • Objetivos:
    • Formar relações entre os membros do clube por meio de diferentes combinações de TF.
    • Incentivar a participação nas atividades e reduzir a operação concentrada em poucas pessoas.
    • Diminuir a barreira de entrada para novos membros.
  • Problemas:
    • Há uma grande carga operacional no processo de definir os objetivos das TFs e combinar seus integrantes.
    • As TFs, formadas principalmente em torno de voluntários, acabam se padronizando, e sempre as mesmas pessoas participam.
    • A falta de clareza na definição dos objetivos e da direção da diversidade agrava o problema de fragmentação do clube.

Problemas identificados durante a operação

  • Diferença nos relacionamentos entre membros: houve pouca formação de vínculos entre membros antigos e novos.
  • Formação de silos: com a composição padronizada das TFs, o clube se fragmentou como se fosse uma federação de pequenos grupos.
  • Carga operacional: o processo de projetar e coordenar uma operação centrada em TF impôs uma carga excessiva à equipe central de gestão.

Resultados e lições

  • Pontos em que falhou:
    • A operação centrada em TF não resolveu os problemas do clube (separação entre membros e operação concentrada em poucas pessoas) e, ao contrário, os agravou.
  • Pontos positivos:
    • A proximidade entre os integrantes que atuaram na mesma TF aumentou.
    • Também foram observados casos de formação de vínculos entre membros que antes não tinham nenhum ponto de contato.
    • As atividades em equipes dentro do clube ficaram mais ativas do que antes.

Conclusão e futuro

  • Conclusão: a operação centrada em TF fracassou na primeira tentativa, mas não foi um fracasso total, e alguns efeitos positivos puderam ser confirmados.
  • Direções futuras:
    • É necessário aperfeiçoar o modelo de operação das TFs por meio de tentativa e erro.
    • Melhorar a forma de combinar os membros levando em conta a diversidade do grupo.
    • Explorar a possibilidade de expandir esse modelo para outras organizações além de clubes universitários.
  • A diretoria de 2025 está testando novas combinações e formas de operação, e há expectativa pelos resultados.

3 comentários

 
dbs0829 2025-02-11

Recomendo o livro <Você Está Convidado>, de Jon Levy. Pessoalmente, ele me ajudou bastante na hora de organizar grupos e encontros.

 
roxie 2025-02-19

Obrigado pela recomendação do livro.

 
belline0124 2025-02-11

Durante a vida universitária, tive contato com vários clubes e grupos, e em alguns deles também participei da gestão. Então organizei e escrevi algumas reflexões às quais dediquei um certo tempo pensando sobre como revitalizar um grupo.

Pessoalmente, como era um texto que eu mesmo publiquei, eu não queria colocá-lo como notícia... Fiquei curioso para saber o que vocês acham disso aqui, então queria postar no Ask, mas no Ask não havia campo de URL. Como o texto original também é bem longo, acabei publicando na categoria de notícias.