Experiência de trabalho na Stripe
(jondlm.github.io)Ao deixar a Stripe
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Motivo para compartilhar esta história: Quero que compartilhar minha experiência na Stripe ajude pessoas que têm preocupações parecidas.
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Antes de entrar na Stripe: A tensão do processo de preparação para a entrevista e a grande expectativa em relação à Stripe. Os erros cometidos na entrevista e a frustração que isso causou.
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Experiência inicial na Stripe: O começo como primeiro membro da equipe de JS Infra. As dificuldades até encontrar um projeto e a pressão em relação à escrita.
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Primeiro grande projeto: Migração do desenvolvimento do Dashboard para um novo bundler de JS, concluída com sucesso. No entanto, o resultado ficou aquém das expectativas em parte devido ao feedback sobre comunicação e gestão de projeto.
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Experiência com um novo gerente: Ao compartilhar vulnerabilidades com o novo gerente, foi possível construir relações mais profundas com os colegas de equipe.
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A luta contra a depressão: Falta de motivação no trabalho e na vida, e depressão. Com o apoio da equipe, tirei um tempo de descanso e depois voltei ao trabalho.
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O momento da decisão: Decidi deixar a Stripe para romper esse ciclo repetitivo e buscar um novo caminho.
Resumo do GN⁺
- Este texto tem como objetivo compartilhar uma história sincera por meio de experiências pessoais na Stripe.
- Ao dividir com honestidade sucessos e fracassos no trabalho, além do processo de crescimento pessoal, ele pode oferecer conforto e coragem a pessoas com dilemas semelhantes.
- Também lembra o quanto é importante cuidar da saúde mental em meio às altas expectativas e à pressão do setor de tecnologia.
- Para quem passou por experiências parecidas, este texto pode trazer identificação e consolo, além de oferecer lições que podem ser aprendidas com a vivência em uma empresa como a Stripe.
1 comentários
Comentários do Hacker News
Um membro da equipe recebeu a sugestão, em uma reunião, de se apresentar de forma um pouco mais sincera. Isso gerou ansiedade e empolgação ao mesmo tempo, e a pessoa compartilhou experiências pessoais. Mas não quer esse tipo de terapia em grupo forçada. A relação com a empresa, na sua visão, já está suficientemente definida pelo horário de trabalho e pelo salário.
Trabalhar em uma grande empresa faz a pessoa experimentar uma situação em que seu desempenho individual não consegue ter grande impacto. Houve burnout por causa do trabalho sem fim e de prazos sem sentido. Depois de mudar para uma startup, a vida melhorou. A pessoa acha importante encontrar um trabalho que contribua para a sociedade.
Acredita que suas expectativas em relação a uma grande empresa eram irreais. Esperava ser elogiado como um herói, mas a realidade não é essa. É melhor trabalhar apenas o necessário para receber uma boa avaliação. Se tiver uma boa ideia, vale mais a pena colaborar com gestores de níveis mais altos e apresentá-la em reuniões públicas.
Ao ler o blog, sentiu ansiedade e cansaço. Acha que o autor tem uma tendência excessiva de tentar se adaptar aos outros. Ainda assim, considera louvável que ele seja uma boa pessoa.
Muitos idealistas jovens não conseguem durar muito tempo na empresa. Avaliações de desempenho não definem a pessoa, e é necessário um certo grau de indiferença.
Há muitas opiniões sobre "ser 10% mais sincero". Algumas defendem que a relação com a empresa já se basta com horário de trabalho e salário. Mas excluir automaticamente as relações humanas também pode ser uma perda.
Os sintomas de burnout surgem da tendência de tentar dar significado a tudo. Nem tudo precisa ser importante, e é preciso focar apenas no que importa. É importante encontrar significado no cotidiano.
Quando a saúde mental desmorona, todo o resto perde o sentido. É importante priorizar a saúde mental. O sono é o fator de saúde mais importante.
A pessoa acha que a avaliação "atende parcialmente às expectativas" é uma manipulação para exigir mais trabalho. Isso é algo comum em empresas de tecnologia de alto crescimento.
É importante redefinir a forma de definir o que é um trabalho significativo. Também é importante não levar demais para o lado pessoal a opinião dos outros e focar no próprio trabalho.