É legal ver alguém tão feliz com o resultado do trabalho. Gosto de ver pessoas profundamente envolvidas com seu próprio artesanato.
Acho engraçado que a receita para polir uma joia de 200 mil dólares seja pó de diamante de 50 mil grit, WD-40 e Kleenex.
Parece que a pessoa que lapida a gema faz tudo no "feeling". Se a gema fosse escaneada em 3D, imagino que não seria difícil usar software para determinar a orientação ideal a fim de obter a maior pedra lapidada possível para um estilo de corte específico.
Recomendo o canal Hedron Rockworks, que faz um trabalho parecido. São vídeos de 8 a 10 minutos cortando gemas no formato de dado D20 e gravando os números. (Não tenho relação com o canal, só gosto do conteúdo.)
Um amigo herdou um grande diamante de luxo que a GIA avaliou como quase perfeito. Há alguns pequenos lascados, mas a expectativa é que, ao relapidá-lo com perda de cerca de meio quilate, o valor de mercado aumente para seis dígitos. Mas, se houver algum problema no corte da gema, o proprietário precisa arcar com a perda. A questão é se valeria a pena assumir esse risco.
Só agora entendi que esse processo na verdade não é corte, e sim polimento. Aprendi isso hoje.
Fiquei curioso sobre o produto final. Queria saber qual foi o custo da matéria-prima.
A forma como ele usa o bisturi para remover o adesivo parece assustadora.
Ótimo post de fim de semana. Precisamos de mais conteúdo assim.
Claro que é uma opinião subjetiva, e não é para menosprezar o trabalho incrível dessa pessoa, mas a pedra bruta me parece mais bonita do que o produto final polido. Especialmente na cena final de exibição, as sombras e imperfeições são realmente belas. Assim como no começo do vídeo usam óleo para fazê-la parecer transparente, eu gostaria de ver uma versão da pedra com apenas duas faces opostas polidas e todas as outras ainda brutas.
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