- O artigo usa os conceitos japoneses de honne (sentimento verdadeiro) e tatemae (fachada pública) para discutir a discrepância entre o que as organizações dizem e o que realmente fazem.
- O autor afirma que muitos gestores dizem querer decisões orientadas por dados, mas falham em avançar nessa direção.
- O uso da ferramenta de visualização de dados Power BI é apresentado como um exemplo dessa discrepância. O autor aponta que, apesar dos altos salários dos desenvolvedores de Power BI, a maioria dos dashboards não é usada.
- O autor sugere que a gestão frequentemente usa palavras da moda como "transformação digital" para justificar esforços que não geram lucro e provocam insatisfação nos funcionários.
- O artigo discute a lei de Sturgeon, a ideia de que 90% de tudo é lixo, e sugere que a maioria dos gestores e programadores carece de pensamento original ou de compreensão sobre o próprio papel.
- O autor afirma que muitos ambientes profissionais sofrem com incompetência e que o tempo frequentemente é gasto resolvendo problemas causados por colegas inferiores.
- O autor sugere que ser honesto sobre a incapacidade de uma equipe de atingir suas metas pode levar à perda do emprego, criando uma cultura de negação ou ignorância.
- O artigo aconselha os leitores a ignorarem a gestão e só prestarem atenção quando ela demonstrar inteligência, honestidade e compreensão sobre a disfunção organizacional.
- O autor compartilha uma história pessoal sobre um amigo que teve um aumento negado por restrições orçamentárias, enquanto o próprio autor recebeu uma proposta salarial mais alta para a mesma função.
- O autor aconselha ignorar promessas de melhorias futuras e focar nas ações reais que a organização tomou para resolver problemas.
- O autor sugere que é possível ter uma experiência de trabalho mais tranquila ignorando as alegações da gestão sobre a cultura de trabalho e concentrando-se no próprio trabalho.
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