- Artigo sobre um novo livro escrito por Paul Landis, ex-agente do Serviço Secreto, que estava no local no momento do assassinato do presidente John F. Kennedy.
- Landis afirma ter encontrado uma bala na limusine do presidente Kennedy, o que pode desafiar a teoria do "atirador solitário" no assassinato de JFK.
- A bala estava em grande parte intacta e com danos moderados, o que levanta dúvidas sobre a teoria da "bala única" proposta pela Comissão Warren.
- O relato de Landis sugere que a bala pode ter ficado superficialmente alojada nas costas de JFK e ter sido deslocada pelo tiro final na cabeça.
- Isso entra em conflito com a conclusão da Comissão Warren de que a bala atravessou a parte frontal do pescoço de Kennedy.
- Se estiver correto, o relato de Landis levanta a possibilidade de um segundo atirador, e uma reconstituição do FBI sugere que Lee Harvey Oswald talvez não tivesse tempo suficiente para disparar duas vezes tão rapidamente.
- Landis guardou essa informação por 60 anos por causa do luto, do choque e do senso de responsabilidade pela segurança da família Kennedy.
- Ele decidiu compartilhar sua versão ao perceber que a bala que encontrou era considerada a mesma que teria sido encontrada na maca do governador Connally.
- Apesar da controvérsia potencial, a revelação de Landis pode provocar uma reavaliação da teoria da "bala mágica" e oferecer uma nova perspectiva sobre o assassinato de Kennedy.
- O artigo também aborda críticas ao comportamento de Landis na noite anterior ao assassinato, incluindo acusações de consumo excessivo de álcool.
- No entanto, argumenta que há poucas evidências de que isso tenha afetado o tempo de reação ou a tomada de decisão dos agentes no dia do assassinato.
- O artigo conclui elogiando Landis por apresentar sua versão dos fatos e sugere que isso contribuirá para a compreensão da história.
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