- O artigo explica, usando Python, o importante conceito de diferenciação automática, que é um componente central do treinamento de redes neurais.
- O autor é um engenheiro de machine learning que usa bibliotecas como Tensorflow e Pytorch, e tem como objetivo escrever o código mais simples possível para realizar diferenciação automática.
- O autor começa escrevendo um código em Python que soma duas variáveis,
x e y, e atribui o resultado à variável z. No entanto, z não rastreia as variáveis usadas, então é impossível atualizar automaticamente o valor de z quando o valor de x ou y muda.
- Para resolver isso, o autor apresenta uma classe
Tensor que permite cálculo simbólico sobre variáveis. Nessa classe, a operação de soma é redefinida.
- A classe
Tensor é aprimorada ainda mais com o uso de uma árvore binária. Cada tensor pode conter outros dois tensores e a operação que o criou. Isso é feito com a introdução de uma tupla Children.
- O autor adiciona um método
forward à classe Tensor para executar o grafo computacional e calcular o valor real dos tensores.
- O autor introduz diferenciação automática no grafo computacional ao adicionar derivadas para as operações básicas suportadas pela classe
Tensor. As chamadas recursivas da função grad percorrem o grafo computacional e decompõem funções complexas em combinações de funções simples.
- A classe
Tensor é expandida para lidar com fórmulas mais complexas por meio da adição de outras operações, como subtração, divisão, exponenciação e negação.
- O autor demonstra o uso da classe
Tensor criando fórmulas complexas e derivando-as.
- O autor conclui propondo possíveis melhorias e otimizações para a classe
Tensor, como adicionar operações para arrays de tamanho arbitrário, interromper a travessia em nós que não dependem do tensor x e configurar cache para evitar repetição de cálculos.
- O objetivo do artigo é ajudar os leitores a entender como a diferenciação automática é realizada para otimização e treinamento de redes neurais.
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