Se você se interessa por esse tipo de assunto, também recomendo a matéria da Quanta Magazine sobre autômatos celulares neurais.

 

Como o GeekNews acaba tendo muita exposição pelo algoritmo do Google, parece que uma pequena desvantagem é que muita gente se cadastra no mesmo dia e deixa comentários de baixo nível antes de ir embora.

 

Parece que o contexto sobre a diferença entre open source e free software (software livre) precisa ser mais bem compartilhado e discutido entre as pessoas que lidam com software.

 

É realmente difícil ler críticas tão tendenciosas e agressivas assim.

 

Você deve estar se perguntando como os mantenedores dos gerenciadores de pacotes do Linux conseguem pagar as contas.

 

Se a gente se afasta por uns dois dias da programação de sobrevivência, até começa a achar que talvez surja algum tema miúdo e criativo.

Na realidade, a gente passa os dias úteis programando em crunch e o fim de semana cuidando dos filhos... criatividade que nada, só torcendo para cada dia passar sem problemas.

 

No RAG, esse documento PDF também sempre causa problemas.

 

Isso se assemelha à imagem dos jogadores profissionais de baduk retratada por Jang Kang-myeong em “O futuro que chegou primeiro”. Esse futuro também chegou para os desenvolvedores.

 

Quem precisa de um texto desses, em primeiro lugar, não consegue colocar em prática o conteúdo principal. Não é que precise de outra coisa; o que falta mesmo é ter convicção forte em si próprio. Se você tem uma convicção forte, nem se abala com esse tipo de comentário.

Além disso, esses são pontos fracos que realmente podem ser lembrados em 1 segundo; como nem toda crítica é infundada e pode misturar a realidade do setor e insights sobre o cliente, acho que é melhor reconhecer isso e manter sempre uma postura de ter essas fraquezas em mente.

 

Olhando a reação da época, quando a JetBrains introduziu pela primeira vez o modelo de assinatura há 10 anos,

  • Vamos enviar e-mails de protesto para a JetBrains e fazê-los voltar atrás; usem este modelo de e-mail
  • Acho que vou voltar para o Eclipse ou o NetBeans
  • Comprei há 2 semanas; se soubesse que iam adotar o modelo de assinatura, não teria comprado...
    Vendo esse tipo de reação, parece que naquela época a resistência foi bem forte.
    Eu tinha visto https://reddit.com/r/java/… .
 

O motivo é simples.

Quem sabe muito faz apenas perguntas mais sofisticadas.

Mas, mesmo entre seniores, quem ficou preso só à empresa
com experiência "de enfeite" ou quem teve uma escala de experiências pequena
não consegue usar algo bom mesmo quando o recebe.

É como entregar um carro de corrida
a um motorista iniciante.

Profissionais experientes com uma vivência ampla são sempre assim.
Nunca param de pesquisar e desenvolver a próxima geração.

A mentalidade do início da faculdade que não muda
mesmo aos 50 anos...

Os seniores de verdade, os originais, certamente serão infinitamente gratos
por uma secretária que custa de 10 mil a 20 mil won por mês.

 

Já na época em que se trabalhava em projetos feitos só de C e Assembly, quando isso migrou para o open source, os moleques sem garra só pegavam e usavam, e quem contribuía para a evolução não passava de 0,1%.

Hoje continua igual: tem a turma que pega e usa no vibe coding
e, no outro extremo, tem quem desenvolve o Claude.

Nada mudou.

Quem foi que passou esse tempo todo pesquisando por curiosidade, afinal?

Estão vivendo como se, por fazer desenvolvimento de app que qualquer um faz, fossem o próprio Bill Gates?

Para os arquitetos de software, esta era é um baita presente.
Dá para cavar mais fundo.

Desde que o computador surgiu até hoje, isso sempre foi coisa de 0,1%
de pessoas que realmente têm perfil para esta área,
mas talvez por terem incentivado a ideia de emprego
ou uma consciência profissional um pouco especial na sociedade.

Na real, durante todo esse tempo qualquer um
se achou programador, só isso...

É difícil encontrar alguém capaz de fazer
um debugger decente com as próprias mãos,
e a maioria nem consegue projetar algo
que chegue perto de arquitetura...

O que existe é muita gente se achando programador...
Hoje em dia chamam isso de quê? Dev?

Agora ficou mais raro ver aqueles malucos de verdade.

 

Pensei se isso seria por ser pioneiro demais e, por isso, ainda manter parcialmente alguns modelos de negócio antigos.

 

Obrigado pela confirmação! Como é diferente de outros modelos de assinatura, eu gostei tanto que pensei "será que é algum modelo de assinatura novo..?"; mas, pensando bem, é parecido com o modelo de negócios de alguns softwares bem antigos que ainda mantêm algo como XXXX 2025 Software / Software Upgrade Kit.

 

Se um gerenciador de pacotes moderno no estilo do uv virasse o padrão, parece que muita coisa ficaria bem mais prática, mas acho que vai ser difícil mesmo..

 

No começo da graduação, por pouco o Python 2 ainda era mais dominante, mas lembro que, quando eu estava para me formar, todo mundo já tinha migrado para o Python 3.

 

A maldição dos frameworks. Especialmente na web, parece que essa tendência é dominante. Se um framework específico passa a controlar a essência de um desenvolvedor, isso é claramente um problema. É um retrocesso.

 

Acho que isso acontece por causa do cenário econômico mais tenso no mundo todo e da diminuição da entrada de novos desenvolvedores juniores. Os seniores que já estão aí ou estão ficando mais velhos e cansados, ou estão ocupados com filhos e com os cuidados da família, entre outros motivos.