1 pontos por GN⁺ 2023-07-07 | 1 comentários | Compartilhar no WhatsApp
  • A França aprovou um projeto de lei que permite ativar remotamente a câmera, o microfone e o GPS do celular de suspeitos
  • O projeto também inclui outros dispositivos, como laptops, carros e aparelhos conectados
  • As disposições do projeto foram criticadas por defensores de direitos como uma lei de vigilância autoritária
  • Parlamentares inseriram emendas para limitar o uso da vigilância remota a casos justificados de acordo com a natureza e a gravidade do crime
  • Profissões sensíveis, como médicos, jornalistas, advogados, juízes e parlamentares, não são alvos legais
  • O projeto faz parte de uma reforma judicial mais ampla e foi comparado ao Patriot Act dos Estados Unidos
  • A França ampliou seus poderes de vigilância após os ataques terroristas de 2015
  • Espera-se que o projeto afete apenas algumas dezenas de casos por ano
  • O uso da vigilância remota é limitado a um período estritamente proporcional e não pode exceder 6 meses
  • Embora tenha como objetivo reforçar a segurança, o projeto levanta preocupações sobre violações de liberdades fundamentais

1 comentários

 
GN⁺ 2023-07-07
Comentários no Hacker News
  • Uma pessoa compartilha uma experiência pessoal com a polícia localizando alguém por meio do rastreamento de um telefone.
  • A pessoa expressa preocupação com a falta de privacidade e sugere chaves físicas e baterias removíveis como solução.
  • Outra pessoa critica a polícia e sugere contratar mais detetives e contadores para conduzir investigações eficazes.
  • Há confusão sobre se a proposta exige backdoors obrigatórios ou se concede à polícia o poder de explorar vulnerabilidades zero-day.
  • O ministro da Justiça afirma que a proposta afetará apenas um pequeno número de casos.
  • Surgem dúvidas sobre a tecnologia usada para ativar remotamente a câmera e o microfone.
  • A União Europeia propõe exigir alternadores físicos e tampas para microfones e câmeras.
  • É mencionada a fala do presidente francês pedindo o bloqueio das redes sociais durante os distúrbios.
  • A nova lei gera preocupações sobre democracia e liberdades individuais, pois concede às autoridades o poder de hackear suspeitos sem necessidade de um juiz.