- A França aprovou um projeto de lei que permite ativar remotamente a câmera, o microfone e o GPS do celular de suspeitos
- O projeto também inclui outros dispositivos, como laptops, carros e aparelhos conectados
- As disposições do projeto foram criticadas por defensores de direitos como uma lei de vigilância autoritária
- Parlamentares inseriram emendas para limitar o uso da vigilância remota a casos justificados de acordo com a natureza e a gravidade do crime
- Profissões sensíveis, como médicos, jornalistas, advogados, juízes e parlamentares, não são alvos legais
- O projeto faz parte de uma reforma judicial mais ampla e foi comparado ao Patriot Act dos Estados Unidos
- A França ampliou seus poderes de vigilância após os ataques terroristas de 2015
- Espera-se que o projeto afete apenas algumas dezenas de casos por ano
- O uso da vigilância remota é limitado a um período estritamente proporcional e não pode exceder 6 meses
- Embora tenha como objetivo reforçar a segurança, o projeto levanta preocupações sobre violações de liberdades fundamentais
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