- Concluiu que seria difícil adicionar mais funcionalidades continuando a depender do Google Maps
- Como a navegação também depende do Google, fica difícil recomendar rotas melhores
- Começou a testar o OSM em 2019 e iniciou a implantação no ano passado; atualmente, cerca de 70% das corridas já operam com base no OSM
- Agora pretende testar vários recursos para melhorar a experiência do usuário com base nesse mapa
- Escolher uma "rota cênica" em vez da rota mais eficiente
- Fornecer orientações para embarque/desembarque em locais com congestionamento extremo (como aeroportos ou estádios)
2 comentários
Pelo fato de ser possível hospedar diretamente no servidor os dados brutos do mapa, em vez de apenas receber via API os resultados de busca de rotas, parece que isso permite criar diversos serviços baseados em geolocalização.
Espero que eles também façam muitas contribuições, para que o ecossistema do OpenStreetMap possa crescer ainda mais!