Este artigo defende que, ao diferenciar os valores de bytes por cores em um editor hexadecimal, é possível aproveitar muito melhor a capacidade humana de reconhecer padrões visuais e compreender estruturas de dados com muito mais rapidez, além de apresentar várias ferramentas com suporte a cores e formas de implementação.
3 comentários
Pelo menos ter uma opção disso pareceria bem mais útil. Talvez também fosse bom marcar de forma diferente só o valor mais frequente e o restante.
Se usar por 2 horas, vai ficar daltônico.
Em vez de “deve”, talvez seja mais algo como “seria bom”~