Código imperfeito, pressão por entregas rápidas e um ambiente de desenvolvimento com pouco tempo geram dívida técnica.
Essa dívida pode levar a riscos de segurança, instabilidade operacional e desperdício de orçamento, por isso exige gestão sistemática.
1. Quantifique e analise a dívida técnica
Se a dívida técnica não for identificada, também não poderá ser controlada.
Liste as dívidas mais importantes, analise seu impacto e defina prioridades para resolvê-las.
2. Não deixe código gerado por IA sem supervisão
Código gerado por IA é produzido rapidamente, mas vira dívida se for levado à produção sem revisão.
Use IA, mas o processo de validação e o controle automatizado de qualidade devem necessariamente caminhar junto.
3. Aplique governança de forma clara
São necessárias diretrizes de desenvolvimento claras para equilibrar velocidade e qualidade.
Especialmente em ambientes em que a IA lidera a produção de código, uma estrutura sólida de governança deve dar suporte a esse processo.
4. Defina prioridades também para resolver a dívida
Como não é possível eliminar toda a dívida, resolva primeiro aquela que mais impacta custo, segurança e experiência do usuário.
Também é importante explicar à liderança a gravidade da dívida técnica em ligação direta com o risco de negócio.
5. Estabeleça metas claras em números
Metas claras, como “reduzir em 12% as tecnologias legadas”, reforçam a motivação da equipe.
É preciso entender o estado atual e montar um plano de execução com base nas prioridades.
6. Reconheça que a dívida técnica é algo que exige gestão contínua
A dívida técnica surge naturalmente e deve ser administrada de forma repetitiva e sistemática.
Ela deve ser tratada de maneira sustentável, integrada ao fluxo operacional com registros, gestão de tickets e revisões.
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