- Vibe Coding é uma forma de desenvolvimento de software em que humanos colaboram com modelos de IA para construir projetos com eficiência
- É composto por três pilares principais:
- Especificação (Specification): definir o objetivo (ex.: “construir um clone do Twitter com funcionalidade de login”)
- Regras (Rules): estabelecer restrições explícitas (ex.: “usar Python, evitar complexidade”)
- Supervisão (Oversight): monitorar o processo e garantir consistência
- Este manual fornece um framework abrangente para desenvolvedores de todos os níveis
- Organiza quatro arquivos (ou seções) em
.cursor/rules e .windsurfrules
- Regras principais
- 1. Preferências de codificação – “escreva código assim”: define padrões de estilo e qualidade de código
- 2. Stack tecnológica – “use estas ferramentas”: especifica ferramentas e tecnologias
- 3. Preferências de workflow – “trabalhe assim”: gerencia o processo e a execução da IA
- 4. Preferências de comunicação – “converse assim”: estabelece expectativas para a interação entre IA e humanos
- Regras avançadas - expansão para projetos complexos
- Exemplo prático: como funciona
- Dicas avançadas: como maximizar o framework
3 comentários
No Vibe Coding, a ideia de monitorar e supervisionar o processo parece meio deslocada.
Pelo que entendo, o vibe coding original é só explicar para a IA em linguagem natural, e não o conceito de Efficient Coding with LLM. Parece uma proposta com uma vibe totalmente diferente da que o Karpathy descreveu. Na minha opinião, isso é mais low-code with LLM.
Então vibe coding não era um meme, mas uma nova metodologia de desenvolvimento.
Pelo visto, a IA realmente mudou bastante o mundo. Embora eu não concorde 100% com a visão proposta pelo vibe coding,
estou sentindo na prática que está chegando um mundo em que será possível experimentar coisas novas mais rápido e com equipes cada vez menores.