- A versão 4.0.0, a próxima geração do jQuery desenvolvida ao longo de muito tempo, foi lançada em beta.
- Principais mudanças
- O suporte a navegadores IE 10 e anteriores foi encerrado.
- Recursos incluídos nativamente no JavaScript, como
array push/sort, foram removidos, assim como funcionalidades que já não eram mais utilizadas no JavaScript.
- O tratamento dos eventos
focus e blur foi alterado para ficar de acordo com a especificação da W3C.
- Foi removida a funcionalidade que fazia requisições automaticamente em JSONP ao realizar chamadas
ajax.
- Foi alterado para usar a Trusted Types API, em conformidade com a política CSP.
- Além disso, há muitas outras mudanças, e de forma geral o tamanho foi bastante reduzido.
- Ao atualizar a partir do jQuery 3.0 ou superior, não foram relatados problemas de compatibilidade.
6 comentários
Não acho que jQuery seja algo tão inútil assim, então parece que é por isso que ele não desaparece de vez.
Numa arquitetura SPA, jQuery seria uma escolha sem sentido,
mas, se for usado junto com um engine tradicional(?) de templates no lado do servidor, por mais pesado e menos legível que o jQuery seja, a produtividade é incomparavelmente maior do que com vanilla, haha..
Além disso, se você quiser escrever código de forma limpa com jQuery, dá perfeitamente para fazer isso, e também é totalmente possível usá-lo junto com coisas que surgiram muito depois da invenção do jQuery, como classes, assíncrono,
fetchetc...Em estruturas que não são SPA, não chego a sentir necessidade de escrever em vanilla só para evitar usar jQuery.
No fim das contas, a questão passa a ser se ainda faz sentido ou não escrever com uma estrutura que não seja SPA nos tempos de hoje,
Pessoalmente, quando esse trabalho é delegado a uma SI ou agência e está numa escala de algo em torno de 1 bilhão de won,
tendo a achar que as vantagens que se pode obter ao adotar uma SPA (ou melhor, os frameworks modernos que implementam isso) não são tão grandes em relação ao custo ou ao prazo...
Que nostalgia, esse jQuery... embora, para dizer isso, eu ainda esteja usando.
jQuery coexistindo entre a nostalgia e a realidade...