1 pontos por GN⁺ 2023-10-13 | 1 comentários | Compartilhar no WhatsApp
  • O artigo discute o conceito de gíria australiana "Can't Be Fucked" (CBF), que significa não querer fazer algo por falta de energia ou motivação.
  • O autor reflete sobre o impacto do CBF na programação, especialmente na tech debt.
  • O autor elogia desenvolvedores cuidadosos e criteriosos, que estabelecem padrões elevados para si mesmos e não os comprometem.
  • Esses desenvolvedores resolvem os problemas adequadamente logo no início, sabendo que ignorá-los consumirá mais tempo no longo prazo.
  • O autor reconhece que, às vezes, "bom o suficiente" é a escolha certa considerando as restrições do projeto, e que às vezes é preciso reduzir o escopo para manter o curso.
  • O autor relata que às vezes experimenta CBF, dando exemplos como não adicionar testes end-to-end a um projeto ou não concluir uma grande refatoração.
  • O autor sugere que o CBF pode ser causado por burnout, falta de mindset de crescimento, ou simplesmente por traços de personalidade.
  • O autor observa que a motivação pode desaparecer facilmente e que conhecimento, por si só, não basta para evitar tech debt.
  • O autor alerta contra usar máximas da engenharia de software como desculpa para não fazer a coisa certa por causa do CBF.
  • O autor recomenda honestidade ao experimentar CBF, para que outras pessoas possam tomar decisões informadas sobre o trabalho.
  • O autor conclui sugerindo que a preguiça evoluiu por um motivo e que usar energia de forma seletiva pode trazer benefícios.

1 comentários

 
GN⁺ 2023-10-13
Comentários do Hacker News
  • O artigo discute o conceito de dívida técnica e como ela frequentemente é ignorada por falta de motivação ou interesse.
  • Um comentário compara a dívida técnica a várias formas de dívida real, enfatizando a importância de lidar com dívidas de juros altos que desaceleram o desenvolvimento.
  • Uma citação de Steve Jobs é compartilhada, destacando a importância do capricho e da atenção aos detalhes no desenvolvimento de software.
  • Alguns comentaristas expressam frustração com processos burocráticos e a falta de autonomia no trabalho, dizendo que isso os impede de lidar com a dívida técnica.
  • O conceito de TDAH é levantado, com a sugestão de que a incapacidade de se concentrar em certas tarefas pode contribuir para a dívida técnica.
  • Vários comentários enfatizam que motivação e esforço são recursos finitos e que deve haver uma estrutura organizacional para gerenciar a dívida técnica.
  • Alguns comentaristas dizem que não se sentem motivados a lidar com a dívida técnica por causa de sua complexidade e da quantidade de trabalho necessária.
  • A discussão também menciona as expectativas sociais em relação ao trabalho e como elas podem contribuir para a dívida técnica, com um comentarista questionando quando se deve corrigir a dívida técnica em meio ao fluxo constante de novas tarefas.